Não cometa este erro no desenvolvimento de aplicações
Fez tudo corretamente, garantindo que a sua aplicação tenha acesso potente aos dados do sistema, uma interface de utilizador (UX) apelativa e intuitiva, e disponibilidade para iOS, Android e até para telefones Windows. A aplicação já está nas lojas e está pronta para receber avaliações de cinco estrelas. O que poderá ter deixado de ter em conta?
Você é demasiado ágil.

Não se esqueça da área de trabalho
Tem havido tanta ênfase no design "mobile-first" que nos esquecemos de como passamos a maior parte do nosso tempo de trabalho: sentados em frente ao ecrã grande de um portátil ou, pior ainda, de um computador de mesa.
Ah, o computador de mesa volumoso, o portátil omnipresente. Não são equipamentos elegantes ou modernos, e não estamos dispostos a fazer filas para atualizar para a versão mais recente a cada poucos meses – mas, apesar disso, são eles que ainda são utilizados para a maioria do trabalho real.
Claro que também precisamos de acesso a todos esses dados, relatórios e formulários, mas isso é um complemento, e não uma substituição.
Quando estou no meu escritório, é mais produtivo abrir a minha aplicação de análise de marketing diretamente no ecrã principal, onde já estou a trabalhar, do que mudar para o meu telemóvel ou tablet e interromper o fluxo de trabalho. E quando estou numa feira comercial, é mais fácil monitorizar e configurar as minhas atualizações usando a mesma aplicação no meu telemóvel. No final das contas, a mobilidade tem a ver com conveniência: produtividade imediata, utilizando as ferramentas disponíveis.
Desenvolver uma aplicação fantástica e disponibilizá-la apenas em ecrãs de dispositivos portáteis ignora uma grande parte das horas produtivas do dia, e, consequentemente, reduz o apelo da sua aplicação numa percentagem semelhante.
Portanto, não se esqueça da versão para computador. Certifique-se de que a sua estratégia de desenvolvimento de aplicações inclui todas as interfaces.